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Torneio Maximus de Rugby em Cadeira de Rodas na Andef

Gustavo Carvalho

Por Gustavo Carvalho (gustavorcs80@hotmail.com)

A Andef é palco do Torneio Maximus de Rugby em Cadeira de Rodas. A competição começou nesta segunda-feira (15/06) e vai até o próximo sábado (20/06), no ginásio da instituição. Participam da competição países de cinco países: Brasil, Argentina, Colômbia, Estados Unidos e Inglaterra. Na partida inaugural, o Brasil venceu a Colômbia, por 38 a 19. No segundo jogo, a Inglaterra venceu a Argentina por 51 a 22.

De acordo com o vice-presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Luis Claudio Pereira, o objetivo do Torneio Maximus é alavancar ainda mais a modalidade no continente americano. "A primeira edição foi realizada no ano passado, em Bogotá, na Colômbia, com o intuito de desenvolver o esporte e difundí-lo ainda mais pelas Américas", afirmou.

Confira os jogos e resultados:

15/06
Brasil 38 x 19 Colômbia
Inglaterra 51 x 22 Argentina
Estados Unidos x Colômbia
Brasil x Inglaterra

Entenda a modalidade

Quadras de basquete são utilizadas no rúgbi em cadeira de rodas, ao contrário dos campos de grama convencionais. As dimensões são as seguintes: 15m de largura por 28m de comprimento. A quadra é dividida em duas áreas. Há um círculo central e duas áreas-chave (um tipo de “grande área”), que ficam à frente das linhas de gol. Os jogadores de ataque só podem ficar dentro da área-chave por máximo de dez segundos, enquanto três jogadores de defesa têm o direito de permanecer no local por tempo indeterminado. A entrada do quarto jogador na área-chave resulta em uma penalidade (falta).

O objetivo do rúgbi é realizar gol, delimitado por duas barras verticais na linha de fundo da quadra. Entretanto, para fazê-lo é preciso passar a linha de gol adversária com duas rodas da cadeira. Em ambas situações, o atleta deve obrigatoriamente segurar a bola. O início do jogo funciona como no basquete: dois atletas permanecem dentro do círculo central na disputa pela bola, jogada ao alto pelo árbitro. Os atletas podem conduzí-la sobre suas coxas, passá-la para um companheiro de time ou quicá-la. O jogador pode ter a posse da bola por tempo indeterminado, mas precisa quicá-la pelo menos uma vez a cada 10 segundos. O time que tem a posse da bola não pode demorar mais de 12 segundos para entrar no campo do oponente e 40 segundos para finalizar a jogada. Esta medida visa tornar a modalidade o mais dinâmica possível.

As partidas são divididas em quatro períodos de oito minutos cada. Entre o primeiro e o segundo quarto, há uma pausa de um minuto. Assim também ocorre entre a terceira e a última etapas. Do segundo para o terceiro período, cinco minutos são dados para o intervalo. Caso o jogo termine empatado, uma prorrogação de três minutos é disputada. Durante o tempo normal, assim como no basquete, cada time tem direito a dois tempos técnicos e cada atleta tem direito a quatro tempos de 30 segundos. Na prorrogação, um tempo técnico fica disponível para ambas as equipes.

Fonte: Comitê Paraolímpico Brasileiro (www.cpb.org.br)








 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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