Nossos Ídolos

Douglas Amador - Atletismo

Douglas Amador é um dos grandes orgulhos da Andef. Ele é paralisado cerebral e medalhista paralímpico. Em Atlanta 1996, ele conquistou três medalhas no atletismo, sendo uma de prata, nos 200 metros (T37) e duas de bronze, nos 100 metros rasos (T37) e salto em distância (T37). Em Sydney 2000, ele foi o capitão da seleção brasileira de futebol de 7, que conquistou a medalha de bronze. Assim que encerrou a carreira de atleta, Douglas Amador passou a atuar no gerenciamento de Convênios e Contratos da Andef. Hoje, ele utiliza a experiência nas pistas e campos ao redor do mundo como gestor de Esportes da Andef.

Anderson Lopes é medalhista paralímpico em Atlanta 96 e Sydney 2000

Anderson Lopes - Atletismo

Anderson Lopes teve paralisia cerebral, por falta de oxigenação no cérebro, durante o parto. Quando tinha 18 anos de idade conheceu a Andef e conquistou seu primeiro emprego. Paralelamente, Anderson passou a se dedicar aos esportes paralímpicos. Passou por diversas modalidades, entre elas, natação, mas foi encontrar seu maior potencial no lançamento de disco. Ele disputou os Jogos Paralímpicos de Atlanta (1996) e Sydney (2000) e conquistou medalha de bronze, no lançamento de disco, em cada uma delas. Em Mar Del Plata, na Argentina, em 1997, Anderson tornou-se recordista mundial no lançamento de disco. Em Berlim-94 e em Birminghan-98, conquistou medalhas de bronze no lançamento de disco; nos Jogos Parapan-americanos do México (1999), conquistou medalhas de ouro no disco, peso e dardo. Anderson é Gerente de Convênios e Contratos da Andef.

 

Márcia Malsar - Atletismo

Márcia Malsar foi a primeira atleta que conquistou medalha de ouro na história do atletismo paralímpico brasileiro. Nos Jogos Paralímpicos de Nova York/Stoke Mandeville, em 1984, Márcia conquistou duas medalhas, sendo uma de ouro e uma de bronze. O ouro veio nos 200 metros rasos (classe C6), com o tempo de 34s83, estabelecendo um recorde para prova e o bronze foi conquistado nos 60 metros rasos. Quatro anos depois, nos Jogos Paralímpicos de Seul 1988, Márcia ganhou a medalha de prata, nos 100 metros rasos.

Luís Claudio Pereira - Atletismo

Luís Cláudio Pereira foi o destaque da delegação brasileira nos Jogos Paralímpicos de Seul, em 1988. Na competição, Luís Claudio conquistou três medalhas de ouro, nas provas de lançamento de disco e dardo e arremesso de peso, além de estabelecer os recordes mundiais, no dardo e peso, e recorde paraolímpico, no disco.

 

Clodoaldo Silva com a camisa da Andef com o patrocínio da Loterj e Rio Solidário com a piscina ao fundo

Clodoaldo Silva - Natação

Clodoaldo Silva nasceu em Natal em 1979, com paralisia cerebral, por falta de oxigenação durante o parto. Em 1996, a natação entrou para a sua vida como fisioterapia, mas Clodoaldo pegou gosto pelas piscinas. Dois anos depois, participou do primeiro campeonato nacional e em sua estreia levou três medalhas de ouro. Daí em diante colecionou medalhas e recordes. Clodoaldo tem no currículo 13 medalhas paralímpicas.

 

Edênia Garcia embaixo da água da piscina com maio colorido e touca amarela com o símbolo do Comitê Paralímpico Brasileiro

Edênia Garcia - Natação

Edênia Garcia, nascida na cidade de Crato, no interior do Ceará, tem 27 anos e na infância descobriu a ser portadora de um rara síndrome degenerativa (polineuropatia sensitivo motora), que compromete o movimento dos braços e das pernas. A nadadora é tricampeã mundial nos 50m Costas e já participou de três Paralimpíadas, medalhando em todas elas (prata em Atenas e bronze em Pequim e Londres).

 

Yagonny Sousa correndo em uma prova no Complexo do Ibirapuera do Circuito Caixa com expressão de esforço para linha de chegada

Yagonny Sousa - Atletismo

Yagonny Sousa nasceu em 1992, em São Luís, no Maranhão. Aos 17 anos, ele sofreu um acidente ao instalar um letreiro de armação de ferro. Na hora de suspendê-lo, o material passou perto do fio. Afetado pela descarga elétrica de quase 13 mil volts, Yagonny precisou amputar parte dos dois antebraços, além de sofrer com queimaduras no abdômen. No novembro de 2010, chegou à Andef para reabilitação física e descobriu no Atletismo a chance para recomeçar. Ganhou as pistas e pouco menos de um ano já havia se tornado o recordista brasileiro nos 800 metros, em sua classe (T45). Em junho de 2012, foi à sua primeira competição internacional na Espanha, no 14º Meeting Basauri, conquistando o ouro nos 400 metros e o terceiro lugar no 800 metros. No mesmo mês, participou da 1ª Etapa Nacional do Circuito Caixa Paralímpico, e se tornou o atleta mais veloz do mundo nos 800 metros dentre os competidores da sua classe cruzando a linha de chegada com 2'01''06, menos de um segundo abaixo da sua melhor marca.

 

Bruno com uniforme da Andef Cobras branco e azul na pista de atletismo em competição em SP correndo próximo a linha de chegada

Bruno Araújo - Atletismo

Bruno Marins Araújo nasceu em 1992 e começou a praticar o atletismo com 16 anos. Ele teve má formação congênita desde criança e treina com Yagonny (os dois tem a mesma idade). e começaram praticamente juntos a treinar atletismo na Andef).